Os 3 pontos!

“Os 3 pontos”

Final do 2o. tempo, jogo duro, estádio lotado, pressão da torcida, e o Novorizontino vencia o Rio Branco de Americana por 1 x 0, que lutava incansavelmente pelo empate dentro da sua casa, e faltando poucos minutos para acabar a partida, vejo meu pai caindo no gramado e se formando um grande tumulto ao seu redor…

Filho de Treinador também sofre!!!

A partida foi imediatamente interrompida pelo árbitro, que pediu reforço policial para conter os ânimos dos torcedores. Prontamente o médico do clube fez o atendimento ao meu pai, sendo necessário 3 pontos em sua cabeça, devido à uma pedra que foi lançada da arquibancada.

E lá se passaram minutos valiosos para o Novorizontino…

O jogo acabou 1 x 0 para o Tigre do Vale, e segundo meu pai gostava de contar, repito suas palavras que ouvi por diversas vezes:

“Eu estava na beirada do campo orientando a equipe, quando senti uma forte pancada na cabeça, e ao passar a mão na lesão, vi que tinha sido ferido por uma grande pedra, pois havia muito sangue.

Dei dois passos pra frente e cai propositalmente dentro do campo, para que a partida fosse paralisada e esfriasse o time do Rio Branco!

E deu certo! Eu tomei 3 pontos na cabeça, mas levamos 3 pontos pra casa!”, dizia ele sorridente e mostrando a pedra em suas mãos como se fosse um troféu conquistado com seu próprio sangue.

Na foto pode ser observado o tamanho do objeto, medindo cerca de 6 x 3 cm.

Durante os anos de 1994, 1995 e 1996, o Professor Teixeira dirigiu o Grêmio Esportivo Novorizontino, da cidade de Novo Horizonte, no interior de São Paulo, do Presidente Jorge Ismael de Biasi.

Já em 1994, o clube ficou em 5o lugar no Campeonato Paulista, foi Campeão de Aspirantes e Campeão Brasileiro da Série C, garantindo o acesso ao Brasileiro da Série B.

Em 1995 outros excelentes resultados, novamente o 5o. lugar no difícil Campeonato Paulista e outro Título de Aspirantes, chegando às semi-finais do Brasileiro da Série B.

Nos três anos sob a sua direção, o time sofreu apenas 3 derrotas jogando em casa, e tais resultados credenciaram o clube a excursionar pela Europa, disputando 10 partidas, com 7 vitórias, 2 derrotas e 1 empate, conquistando três Torneios Internacionais em 1995.

Infelizmente em 1996 o clube que já estava sob o controle da Família Chedid, que transferiu o time para outras cidades, descaracterizando completamente a infra-estrutura montada em Novo Horizonte, e diante de diversas dificuldades financeiras, o clube encerraria suas atividades em 1999; retornando somente em 2010, e hoje disputa novamente o Campeonato Paulista da Série A.

São histórias da bola e da vida!

Estas e outras estão no livro “50 ANOS POR DENTRO DO FUTEBOL”, da Editora Phorte, de autoria do Professor José de Souza Teixeira (1935 – 2018)

Junior Teixeira

21 de Dezembro de 2019.

#professorjoseteixeira

#futebol

#treinador

Campeão da Série C do campeonato Brasileiro

Livro “50 ANOS POR DENTRO DO FUTEBOL”

O Rei Pelé em Tokyo – 1992

Em 1992 meu pai era o Treinador do Tokyo Gas, clube de futebol na capital japonesa, sendo responsável pelo time principal e também por criar a infraestrutura para o clube crescer organizadamente.

Os clubes ainda não eram 100% profissionais e a J-League foi criada poucos anos depois.

Acompanhei meu pai, o Professor José Teixeira, nos jogos e treinamentos durante 3 meses, convivendo e conhecendo aquele país e povo maravilhosos, que nessa época tinha apenas 47 anos do pós-guerra, e já era uma potência mundial, que até hoje surpreende os seus visitantes, com seus avanços tecnológicos, transporte público, educação, segurança, respeito, natureza, etc, etc…, é realmente um país incrível, diferente de todos que já conheci.

Certo dia tivemos a honra de receber num dos centros de treinamento, o Rei do Futebol, numa parceira com o clube para difundir ainda mais o futebol no país.

Não havia treino neste dia e assistíamos ao lado do campo sintético o coletivo dos garotos enquanto o Rei não chegava.

Quando o Pelé desce do carro e vem ao nosso encontro, a garotada simplesmente vai parando, parando, e parando de prestar atenção no jogo e olham admiradas ainda não acreditando quem estava ali…, foi incrível presenciar esta cena!

O treino obviamente parou e todos vieram nos rodear para conhecer e fazer fotos com o Pelé!

Depois nos dirigimos a uma sala do clube e la meu pai, o Pelé, o Angelo Maccarielo (Preparador Físico da equipe), conversaram por horas lembrando fatos importantes no futebol brasileiro e mundial, e eu ali, vendo e ouvindo aquelas histórias sensacionais que eles se divertiam em recordar!

Meu pai treinou o Pelé na Seleção de Novos e Seleção Paulista por diversas vezes, e também eram adversários naquele longo tabu que o Corinthians ficou muitos anos sem ganhar do “Santos de Pelé”…

Eu tive a oportunidade de estar com o Pelé por algumas vezes em 1988/1989 quando trabalhei na organização do Torneio Pelé, campeonato com garotos de clubes do Brasil e do exterior, com a final sendo realizada na Vila Belmiro.

E mais adiante, quando meu pai foi Treinador do Santos F.C. em 1996, também pudemos conviver com esta estrela mundial, e ver se perto sua simplicidade e humildade.

Por várias vezes ele ligou em casa para falar com meu pai e saber do seu time, e se identificava simplesmente como “Édson”, como se aquela voz precisasse de identificação!

Meu pai sempre teve muito respeito e admiração pelo Pelé, dizia que “ele está aqui em cima (fazendo um sinal elevado com a mão), depois vêm os outros…”

Num desses outros encontros, pedi um autógrafo do Rei em nossa foto histórica em Tokyo.

Neste 23 de Outubro o Rei do Futebol, o Pelé, o Édson, o nosso amigo, comemorou 79 anos!

VIDA LONGA AO REI!

São histórias da bola e da vida!

#professorjoseteixeira

🏆⚽️🇧🇷🙏🍀⚽️

O time de futebol da USP

Recebi hoje a visita do amigo e professor da USP, Emédio Bonjardin, que na década de 70 também era parceiro do meu pai nos jogos de futebol que realizavam contra outras faculdades!

O Emédio era professor de Handebol e meu pai o professor da Futebol, na Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, e formavam uma equipe de futebol com os demais professores de basquete, atletismo, etc, era um timaço!

Lembro que saiamos bem cedo de casa para esses jogos, na época meu pai tinha uma Belina e abaixava o banco traseiro para acomodar os 3 filhos na viagem, bons e inesquecíveis tempos!

E tive a honra, o prazer e a felicidade de receber de suas mãos, a camisa número 11 que meu pai jogava nesse time da USP, que esteve todo esse tempo guardada com muito carinho.

Não é porque é meu pai, mas ele era muito bom de bola, considerando a parte técnica, tática, física e psicológica, era realmente um atleta!

Mais um troféu para o Memorial do Professor José de Souza Teixeira!

OBRIGADO,

Professor Emédio!

11/10/2019

#professorjoseteixeira

E.C. BAHIA – 1972

No dia 17 de Julho de 1972, o Professor Teixeira, desembarcava em Salvador, para ser o novo Preparador Físico do E.C. Bahia, aceitando o convite do Presidente Manuel Ignácio de Paula Filho e do Treinador Silvio Pirilo.

Após o levantamento inicial e sugerir diversas melhorias na “casa do atleta e centro de treinamento”, iniciou seu trabalho com a “recuperação dos contundidos e a condição física do elenco, a condição moral perante a opinião pública e com a grande massa torcedora do Bahia, mas principalmente a formação de um excelente ambiente de trabalho, em razão dos dirigentes tentarem solucionar todos os problemas, primeiramente o pagamento dos salários atrasados dos meses de maio e junho.”

O clube já disputava o Campeonato Baiano e iniciaria a participação no Campeonato Brasileiro no dia 10 de Setembro de 1972.

Ao final do ano ocupava o 4o. lugar no Brasileiro, e após as eleições no clube, assumiu uma nova diretoria que a primeira atitude foi “trocar a comissão técnica e colocar pessoas da nossa confiança”, segundo o novo Presidente, o Sr. Wilson Trindade.

Moramos em Salvador por quase 6 meses, num amplo apartamento no bairro da Pituba, na época eu tinha apenas 6 anos, mas me lembro muito bem do clube, da praia, da nossa casa, do antigo Clube Português, do calor…

E também me recordo de um jogo no lotado Estádio Fonte Nova, o famoso clássico BA-VI, que acompanhando a minha mãe, entramos na torcida errada e assistimos o 1o. tempo na arquibancada da torcida rival…, e eu gritando e apontando la de cima:

“- Mamãe, olha o papai de azul no campo!!”

Apesar do susto e olhares desagradáveis de alguns torcedores, saímos vivos no intervalo da partida e fomos para casa!

Mas esta história eu conto em outra oportunidade!

São Histórias da Bola e da Vida!

Obs.

Os trechos em parênteses foram retirados do livro 50 anos por Dentro do Futebol, de autoria do meu pai, lançado em 2010 pela Phorte Editora.

#professorjoseteixeira

#treinador

#preparadorfísico

#futebol

#bahia

Por: Junior Teixeira

SPFC – 1961

Delegação do SPFC em viagem para o jogo contra o Racing da Argentina, em Junho de 1961.

Anotações no verso do Prof. Teixeira, Preparador Físico da equipe.

⚽️🏆🇧🇷🙏🍀

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#spfc

#futebol

#professorjoseteixeira

Controles Estatísticos

Muito antes de surgirem os computadores, as planilhas e os softwares para gerenciar sua equipe e dos adversários, que controlam a parte técnica, tática, psicológica e também o condicionamento físico dos atletas, dentre outros aspectos; era tudo feito no PAPEL.

E assim começou meu pai em 1958, anotando e controlando TUDO que estava ao seu alcance, pontos que considerava essenciais e que afetavam direta ou indiretamente o rendimento das suas equipes, inclusive o clima, o tipo e altura da grama, a umidade relativa do ar, o vento, a temperatura, a altitude, etc, etc…

Em todos os 19 clubes (15 no Brasil e 5 no exterior) e 11 Seleções Paulistas e Brasileiras que trabalhou, manteve sempre o mesmo cuidado em suas anotações, gráficos, controles, etc, etc, etc.

Como exemplo, nessa cartolina de 1,00 m x 0,70 cm, está o estudo dos GOLS A FAVOR e GOLS CONTRA do Al Nassr, de Ryiadh, na Arábia Saudita, onde trabalhou em 1982 e 1983.

Reparem que os gráficos mostram claramente por onde a jogada de gol teve início, e com isso, é possível ter um dado estatístico que auxilia nos treinamentos de ataque e defesa.

Existem também os controles diários de peso e pulso dos atletas, que meu pai fazia ANTES e DEPOIS dos treinamentos e jogos.

Com apenas estas duas informações, já é possível saber se ele se recuperou fisicamente de um dia para o outro, se descansou e se alimentou corretamente, etc…, além da pressão arterial que era medida frequentemente.

Segundo ele mesmo dizia, “quanto maior o número de informações disponíveis, maior as possibilidades para adequar o trabalho com a sua equipe.”

E nas palestras que fazia aos jovens treinadores que iniciam a carreira nas categorias de base e/ou em clubes que disputam as divisões que tem pouco ou nenhum investimento, alertava:

“- Não é porque o clube não tem nada, que o treinador não vai fazer nada!

Isso não é desculpa!

Com alguns controles simples, objetivos e eficientes, já é possível fazer um trabalho diferenciado!”

Mesmo quando já trabalhava em clubes com as inovações tecnológicas atuais, continuava fazendo seus próprios controles e deles extraindo suas próprias estatísticas.

Em seus três livros utilizou todos estes dados que foram coletados e guardados em 60 anos ligado ao futebol profissional.

Estas e outras histórias estão no:

www.professorjoseteixeira.com.br

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⚽️🙏🏆💕🍀

Millonarios de Bogotá – 1980 / 1981

Após 3 anos no Corinthians (1977 como Preparador Fisico e 1978/1979 como Treinador), e Auxiliar Técnico do Claudio Coutinho na Seleção Brasileira em 1979; meu pai assumiu o Millonarios de Bogotá, um dos maiores clubes da Colombia, onde residimos em 1980 e 1981.

Para reforçar a equipe, indicou o centroavante Mario de Queiroz, o ponta direita Valdomiro Vaz Franco, o ponta esquerda Romeu “Cambalhota”, e o zagueiro uruguaio Atilio Ancheta.

Levou ainda o Preparador Fisico, Mauro Manica.

Como Auxiliar Técnico, contou com seu ex-aluno de futebol na USP em 1976/1977, Jorge Luis Pinto, hoje novamente Treinador do Millonarios e Treinador da Costa Rica na Copa do Mundo no Brasil, dentre outros grandes clubes na América Central e do Sul.

E também o Auxiliar Luis Chique Garcia, um importante ex-jogador do Millonarios.

Como sempre, umas das preocupações principais era a INFRA ESTRUTURA do clube, e o planejamento apresentado para a Diretoria, continha:

Reforma dos gramados do CT

Construção de uma academia (que não existia)

Construção de Sauna (que não existia)

Construção de alojamento para descanso quando o treino era integral (que não existia)

Construção de um Depto. de Fisioterapia (que não existia)

Construção de um refeitório (que não existia)

Investimentos nas categorias de base (que não existia)

Dentre outras melhorias que um clube do tamanho do Millonarios não poderia mais fechar os olhos.

Os jogos eram e continuam sendo realizados no Estádio Municipal El Campín.

O Clube que era reconhecido internacionalmente na década de 50/60 por suas grandes contratações para a época, passou a viver do passado e esqueceu de olhar o futuro.

Depois de quase 30 anos sem fazer um amistoso na Europa, foi enfim convidado para disputar o Torneio Naranja, jogando contra Valência, Seleção da Hungria e o Valladolid; e uma das manchetes de um jornal espanhol após a surpreendente atuação do Millonarios, foi:

“VOLVEMOS A VER EL BALLET AZUL”

Um aspecto extremamente importante na preparação dessa excursão, foi o cuidado que meu pai teve com os frequentes carrinhos que os europeus utilizavam e ainda não eram proibidos no futebol.

Durante os coletivos preparatórios em Bogotá, meu pai distribuiu pelo campo algumas “cordas suspensas” em paralelo ao gramado, presas em pequenas estacas.

Quando o jogador se aproximava dessa corda, tinha que dar um toque na bola fazendo com que esta passasse por cima da corda, e ele também tinha que saltar, simulando portanto, o movimento para escapar dos temidos e perigosos carrinhos dos adversários.

O Millonarios “deitou e rolou” e encantou a Europa!

O Romeu foi meu Padrinho de Crisma na Colombia, canto emocionado o Hino Nacional Colombiano e ainda hoje me recordo do nosso endereço em Bogotá:

Carrera 13

# 38-76

Apto. 1102

São Histórias da Bola e da Vida!

⚽️🙏🏆🍀💕

Foto 1:

Jogo no Estádio El Campín

Foto 2:

Funcionários do CT

Foto 3:

Teixeira se preparando para o treino

Foto 4:

Equipe no CT

Foto 5:

Delegação que viajou para a Europa

LIVRO: TREINADOR DE FUTEBOL: HERÓI OU VILÃO?

Autor: Professor José de Souza Teixeira

DOWNLOAD GRATUITO, BASTA CLICAR NO LINK ABAIXO:

Treinador de Futebol Heroi ou Vilao WEB

 

RELEASE

O Professor José de Souza Teixeira, mais conhecido no mundo esportivo como Professor Teixeira, deixou salvo em seu computador esta obra exclusiva, onde descreve detalhadamente como a sua experiência de 60 anos no futebol, pode ser útil aos jovens Treinadores, ou mesmo para os que já exercem esta difícil profissão:

“Treinador de Futebol: Herói ou Vilão?”

Falecido no dia 13 de Abril de 2018, aos 82 anos de idade, quando já iniciava os contatos com possíveis editoras para a publicação do seu terceiro livro, sua família entendeu que este material deveria chegar ao conhecimento público, pois além de ser a sua vontade, será de grande valia para os profissionais que buscam um lugar nesta carreira tão “amada e odiada” por torcedores de todos os clubes.

Desde 1958 ocupando os cargos de Preparador Físico e Treinador Profissional em 19 clubes (14 no Brasil e 5 no exterior), e em 11 Seleções Paulistas e Brasileiras em diversas categorias, além de Supervisor em 5 oportunidades, descreve em 11 capítulos deste livro, os fatos, histórias, relatos e exemplos, que servem como um verdadeiro guia sobre os diversos aspectos que podem influenciar o resultado de uma partida ou até mesmo na conquista de um título.

Em sua trajetória profissional foram 54 viagens para o exterior, visitando 73 países, e participando de 365 jogos internacionais, sendo 93 de seleções, assim como a participação em diversas palestras, cursos e aulas que o credenciam a falar como poucos sobre esta paixão que se transformou em sua profissão por toda a vida!

Abordando temas como a Formação, Capacitação, Aperfeiçoamento, Administração da Carreira do Treinador Profissional e Formas de Liderança; Treinamento Físico, Técnico, Tático e Psicológico; o Goleiro, dentre outros, é um legado que deixou para o mundo acadêmico e esportivo, já que a maioria dos assuntos aqui tratados, servem também para estudantes de Educação Física e Treinadores de outras modalidades, além do futebol.

Um professor na acepção da palavra, tinha como uma de suas frases favoritas que um homem com problema é um atleta com problema, dando total atenção na formação do ser humano pelos clubes que passou, desde os garotos das categorias de base até o elenco profissional, dedicando todos os esforços ao planejamento, organização, controles estatísticos e infra estrutura, necessários e essenciais para o completo desenvolvimento do atleta profissional de futebol.

Sempre lutou pela regulamentação da profissão do Treinador de Futebol, participando da Associação Brasileira de Treinadores de Futebol entre 1975 e 1988, e posteriormente do SITREFESP, Sindicato dos Treinadores Profissionais do Estado de São Paulo, desde sua fundação em 1988, ocupando os cargos de Presidente, Vice-Presidente e Diretor, e hoje como Presidente de Honra desta entidade.

Venha conhecer o trabalho do Professor Teixeira, que aos 82 anos de idade, falava com o entusiasmo de um garoto sobre seus projetos em cursos, palestras e entrevistas que era constantemente convidado, e como ele mesmo dizia: estou devolvendo para o futebol um pouco do que ele me proporcionou”.

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 CONTATO:

prof.teixeira@uol.com.br

11-9-9733-5181

Junior Teixeira